<
Voltar para notícias
2546
pessoas já leram essa notícia
Vendas da linha branca fecham 2015 com primeira queda em seis anos
Publicado em 05/02/2016
Alta dos juros, da inflação e do desemprego pesaram sobre a comercialização de itens como geladeira, fogão e lavadora, que recuou 11%
As vendas de eletrodomésticos da linha branca, como fogões geladeiras e lavadoras, e de eletroportáteis, que reúnem equipamentos menores como cafeteiras e liquidificadores, por exemplo, decepcionaram no ano passado. Entre janeiro e novembro, o faturamento no varejo de equipamentos da linha branca caiu 11% em comparação como mesmo período de 2014, segundo a empresa de pesquisa GFK. Nos eletroportáteis, o recuo foi de 3% na receita, nas mesmas bases de comparação.
Na linha branca, essa foi a primeira queda nas vendas em seis anos, segundo Oliver Römerscheidt, diretor da consultoria, que audita as vendas no varejo mensalmente. "O momento oportuno para se investir nesse mercado talvez tenha sido cinco anos atrás. Hoje o mar não está para peixe", disse.
Os dados da Eletros, que acompanham o mercado pelo número de unidades vendidas da indústria para o varejo, apontam para a mesma direção. Segundo a associação que reúne a indústria do setor, as vendas da linha branca caíram 14% de janeiro a setembro de 2015 em comparação com o mesmo período de 2014. Nos eletroportáteis, a retração foi maior, de 18%.Juro, inflação e desemprego em alta afetaram negativamente as vendas desses itens, cuja compra está habitualmente atrelada à confiança na economia. Além disso, esse mercado não conta mais com benefícios que teve no passado, como redução de imposto e programas do governo voltados para o brasileiro equipar a casa.
A Whirlpool, gigante do mercado brasileiro de eletrodomésticos da linha branca com as marcas Consul e Brastemp, destacou na última sexta-feira, quando apresentou seus resultados do quarto trimestre, que o desempenho do Brasil prejudicou a receita da América Latina. O faturamento da região recuou para 800 milhões de dólares - no mesmo período de 2014, o montante foi de 1,3 bilhão de dólares. Para este ano, a empresa espera uma retração de 10% nas vendas no país, um dos principais mercados para companhia.
Para o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, apesar de o mercado hoje estar com desempenho ruim, as grandes companhias investem olhando para períodos mais longos. "A decisão é estratégica, e as empresas sabem que o mercado se alterna. Não é só o Brasil que tem altos e baixos." Apesar de os dados fechados do ano passado não estarem disponíveis, sondagens informais indicam que janeiro foi um mês difícil para as vendas da indústria, diz Kiçula.
As vendas de eletrodomésticos da linha branca, como fogões geladeiras e lavadoras, e de eletroportáteis, que reúnem equipamentos menores como cafeteiras e liquidificadores, por exemplo, decepcionaram no ano passado. Entre janeiro e novembro, o faturamento no varejo de equipamentos da linha branca caiu 11% em comparação como mesmo período de 2014, segundo a empresa de pesquisa GFK. Nos eletroportáteis, o recuo foi de 3% na receita, nas mesmas bases de comparação.
Na linha branca, essa foi a primeira queda nas vendas em seis anos, segundo Oliver Römerscheidt, diretor da consultoria, que audita as vendas no varejo mensalmente. "O momento oportuno para se investir nesse mercado talvez tenha sido cinco anos atrás. Hoje o mar não está para peixe", disse.
Os dados da Eletros, que acompanham o mercado pelo número de unidades vendidas da indústria para o varejo, apontam para a mesma direção. Segundo a associação que reúne a indústria do setor, as vendas da linha branca caíram 14% de janeiro a setembro de 2015 em comparação com o mesmo período de 2014. Nos eletroportáteis, a retração foi maior, de 18%.Juro, inflação e desemprego em alta afetaram negativamente as vendas desses itens, cuja compra está habitualmente atrelada à confiança na economia. Além disso, esse mercado não conta mais com benefícios que teve no passado, como redução de imposto e programas do governo voltados para o brasileiro equipar a casa.
A Whirlpool, gigante do mercado brasileiro de eletrodomésticos da linha branca com as marcas Consul e Brastemp, destacou na última sexta-feira, quando apresentou seus resultados do quarto trimestre, que o desempenho do Brasil prejudicou a receita da América Latina. O faturamento da região recuou para 800 milhões de dólares - no mesmo período de 2014, o montante foi de 1,3 bilhão de dólares. Para este ano, a empresa espera uma retração de 10% nas vendas no país, um dos principais mercados para companhia.
Para o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, apesar de o mercado hoje estar com desempenho ruim, as grandes companhias investem olhando para períodos mais longos. "A decisão é estratégica, e as empresas sabem que o mercado se alterna. Não é só o Brasil que tem altos e baixos." Apesar de os dados fechados do ano passado não estarem disponíveis, sondagens informais indicam que janeiro foi um mês difícil para as vendas da indústria, diz Kiçula.
Fonte: Portal do Consumidor - 04/02/2016
2546
pessoas já leram essa notícia
Notícias
- 19/01/2026 Planilhas e apps gratuitos para controlar os gastos mensais
- Preço do etanol sobe em 19 estados, aponta ANP
- Caixa começa a pagar Bolsa Família de janeiro nesta segunda-feira
- Defasagem da tabela do Imposto de Renda chega a 157% em 2025, calcula Sindifisco
- Nova regra da CNH derruba preços e faz autoescolas venderem pacotes por cerca de R$ 300
- Agência de turismo não poderá reter taxa de serviço após cancelamento de viagem
- FGC: dos 800 mil credores do Master, 569 mil pedidos de ressarcimento já foram registrados
- Focus: projeção de inflação para 2026 recua a 4,02%; PIB e dólar mantêm estabilidade
- Cuidado com golpes em falsos leilões, telefonemas, mensagens e sites
- O que vale mais a pena: comprar imóvel ou alugar e investir?
- Haddad defende que BC fiscalize fundos em vez da CVM em meio ao caso Master
Perguntas e Respostas
- Quanto tempo o nome fica cadastrado no SPC, SERASA e SCPC?
- A consulta ao SPC, SERASA ou SCPC é gratuita?
- Saiba quais os bens não podem ser penhorados para pagar dívidas
- Após quantos dias de atraso o credor pode inserir o nome do consumidor no SPC ou SERASA?
- Protesto de dívida prescrita é ilegal e dá direito a indenização por danos morais
- Como consultar SPC, SERASA ou SCPC?
- ACORDO - Em caso de acordo, após o pagamento da primeira parcela o credor é obrigado a tirar o nome do devedor dos cadastros de SPC e SERASA ou pode mantê-lo cadastrado até o pagamento da última parcela?
- CHEQUE – Não encontro à pessoa para qual passei um cheque que voltou por falta de fundos. O que posso fazer para pagar este cheque e regularizar minha situação?
- Problemas com dívidas? Dicas para você não entrar em desespero
- PROTESTO - Qual o prazo para o protesto de um cheque, nota promissória ou duplicata? O protesto renova o prazo de prescrição ou de inscrição no SPC e SERASA?
- Cartão de Crédito: Procedimentos em caso de perda, roubo ou clonagem
- O que o consumidor pode fazer quando seu nome continua incluído na SERASA ou no SPC após o pagamento de uma dívida ou depois de 5 anos?
- Posso ser preso por dívidas ?
- SPC e SERASA, como saber se seu nome está inscrito?
- Acordo – Paga a primeira parcela nome deve ser excluído dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)
