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Alta de juros para financiamento de casa própria ajuda na queda de preços
Publicado em 29/03/2016 , por Samy Dana
A notícia que a Caixa Econômica Federal (CEF) vai aumentar os juros para o financiamento imobiliário não foi exatamente uma surpresa – em função do cenário econômico – mas deixou muita gente desanimada para financiar um novo imóvel. Apesar de a alta dos juros não ser uma boa novidade, é preciso olhar o cenário de uma forma mais ampla, pois ainda há espaço para conseguir boas oportunidades de negócio. Na hora de financiar um imóvel, o interessado deve prestar mais atenção ao preço final que na taxa de juros.
Pode parecer paradoxal pensar dessa maneira, uma vez que os juros mais altos tendem a encarecer o preço final dos imóveis. O ponto em questão é que o setor imobiliário já atravessa uma fase muito ruim – iniciada antes mesmo do agravamento da crise econômica do país.
Dados dos relatórios das construtoras apontavam que em 2014 o número de lançamentos caiu 42% em relação a 2012. Enquanto em 2010 os estoques de imóveis eram suficientes para cobrir somente nove meses de venda, em 2014 esse número aumentou para 21 meses. Ou seja, isso significa que o ritmo de negócios fechados reduziu drasticamente e que existe uma oferta muito maior do que a demanda.
Somado a este problema, a CEF se viu obrigada a aumentar as taxas de juros para financiamento – movimento que também acontece em outras instituições bancárias – em função do agravamento da crise econômica. Por enquanto, o Banco Central permanece com a taxa Selic em 14,25% ao ano, sem perspectivas de abaixar este patamar.
A combinação de mercado ruim, estoque elevado de imóveis à venda e juros maiores formou a famosa tempestade perfeita – quando uma série de fatores criam uma atmosfera catastrófica para determinado setor. Sendo assim, é possível que as construtoras estejam mais dispostas a ofertarem imóveis por preços mais baixos, para compensar a alta de juros em um momento tão delicado.
Se por um lado o consumidor tem receio de se comprometer com um financiamento caro e de longo prazo em um cenário em que o risco de desemprego é maior, por outro, as construtoras também querem criar incentivos para desovar seus estoques.
Para quem pensa em comprar um imóvel, os preços devem continuar caindo =.
Pode parecer paradoxal pensar dessa maneira, uma vez que os juros mais altos tendem a encarecer o preço final dos imóveis. O ponto em questão é que o setor imobiliário já atravessa uma fase muito ruim – iniciada antes mesmo do agravamento da crise econômica do país.
Dados dos relatórios das construtoras apontavam que em 2014 o número de lançamentos caiu 42% em relação a 2012. Enquanto em 2010 os estoques de imóveis eram suficientes para cobrir somente nove meses de venda, em 2014 esse número aumentou para 21 meses. Ou seja, isso significa que o ritmo de negócios fechados reduziu drasticamente e que existe uma oferta muito maior do que a demanda.
Somado a este problema, a CEF se viu obrigada a aumentar as taxas de juros para financiamento – movimento que também acontece em outras instituições bancárias – em função do agravamento da crise econômica. Por enquanto, o Banco Central permanece com a taxa Selic em 14,25% ao ano, sem perspectivas de abaixar este patamar.
A combinação de mercado ruim, estoque elevado de imóveis à venda e juros maiores formou a famosa tempestade perfeita – quando uma série de fatores criam uma atmosfera catastrófica para determinado setor. Sendo assim, é possível que as construtoras estejam mais dispostas a ofertarem imóveis por preços mais baixos, para compensar a alta de juros em um momento tão delicado.
Se por um lado o consumidor tem receio de se comprometer com um financiamento caro e de longo prazo em um cenário em que o risco de desemprego é maior, por outro, as construtoras também querem criar incentivos para desovar seus estoques.
Para quem pensa em comprar um imóvel, os preços devem continuar caindo =.
Fonte: G1 - 28/03/2016
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