<
Voltar para notícias
1717
pessoas já leram essa notícia
Setor automotivo prevê queda de 19% nas vendas em 2016 no Brasil
Publicado em 08/06/2016 , por ANA PAULA MACHADO
O setor automotivo revisou para baixo as previsões de desempenho para este ano.
A Anfavea, associação das montadoras, que em janeiro deste ano previa recuo de 7,5% nas vendas, recalculou a perspectiva para queda de 19%, chegando a 2,014 milhões veículos em 2016.
Apesar da piora nas estimativas, a queda prevista ainda é melhor do que o desempenho das vendas até agora.
Nos cinco meses de 2016, os licenciamentos recuaram quase 27%, chegando a 811,74 mil no período.
Cálculos da Anfavea indicam que, para chegar ao volume estimado, a média diária de vendas deverá ser de 8.500 veículos –contra 8.000/dia até maio.
"Historicamente o segundo semestre é melhor. À medida que o cenário político se estabiliza, a confiança do consumidor tende a voltar", diz Antonio Megale, presidente da entidade.
Em relação à produção, a Anfavea prevê uma queda de 5,5% ante uma estimativa anterior de alta de 0,5%. Para a entidade, as montadoras devem fabricar 2,29 milhões de veículos este ano.
MAIS EXPORTAÇÃO
Segundo Megale, as exportações deverão apresentar uma evolução de 21,5%, chegando a 507 mil veículos embarcados. A expectativa anterior era de alta de 8,5%.
"Este ano já verificamos uma melhora no nível dos embarques e, os novos acordos que estão sendo firmados e a renovação com a Argentina, devem estimular ainda mais o comércio exterior."
Os estoques, porém, permanecem elevados. Em maio, os pátios das fábricas e das concessionárias estavam com 236,4 mil unidades, o que representa 42 dias de vendas. O ideal é que o giro de vendas fique em torno de 30 dias.
SEM LUZ NO TÚNEL
Para o consultor automotivo, Francisco Satkunas, o esforço de vendas das montadoras deverá ser grande para sustentar as previsões.
"O mercado ainda não deu sinais consistentes de melhora. Daqui a três meses, se mantivermos esses patamares, poderemos dizer que, sim, chegamos ao fundo do poço e agora poderemos retomar os níveis satisfatórios de vendas", disse Satkunas.
No acumulado, a produção de veículos caiu 24,3%, chegando a 834,05 mil unidades. Em maio, a montagem de veículos caiu 18% no comparativo com o mesmo período de 2015, 175,3 mil unidades.
É o pior resultado para o mês de maio desde 2004.
As exportações continuam em alta no acumulado. De acordo com a Anfavea, foram exportadas 183,25 mil unidades, alta de 21,8%. Mas, por mudança do mix, em valores, as vendas externas acumulam queda de 12,6% no período –US$ 3,9 bilhões.
O nível de emprego também permanece baixo. Em maio, 1.300 postos de trabalho foram fechados. Hoje, há 128 mil trabalhadores nas montadoras, sendo que 27 mil funcionários em licença.
A Anfavea, associação das montadoras, que em janeiro deste ano previa recuo de 7,5% nas vendas, recalculou a perspectiva para queda de 19%, chegando a 2,014 milhões veículos em 2016.
Apesar da piora nas estimativas, a queda prevista ainda é melhor do que o desempenho das vendas até agora.
Nos cinco meses de 2016, os licenciamentos recuaram quase 27%, chegando a 811,74 mil no período.
Cálculos da Anfavea indicam que, para chegar ao volume estimado, a média diária de vendas deverá ser de 8.500 veículos –contra 8.000/dia até maio.
"Historicamente o segundo semestre é melhor. À medida que o cenário político se estabiliza, a confiança do consumidor tende a voltar", diz Antonio Megale, presidente da entidade.
Em relação à produção, a Anfavea prevê uma queda de 5,5% ante uma estimativa anterior de alta de 0,5%. Para a entidade, as montadoras devem fabricar 2,29 milhões de veículos este ano.
MAIS EXPORTAÇÃO
Segundo Megale, as exportações deverão apresentar uma evolução de 21,5%, chegando a 507 mil veículos embarcados. A expectativa anterior era de alta de 8,5%.
"Este ano já verificamos uma melhora no nível dos embarques e, os novos acordos que estão sendo firmados e a renovação com a Argentina, devem estimular ainda mais o comércio exterior."
Os estoques, porém, permanecem elevados. Em maio, os pátios das fábricas e das concessionárias estavam com 236,4 mil unidades, o que representa 42 dias de vendas. O ideal é que o giro de vendas fique em torno de 30 dias.
SEM LUZ NO TÚNEL
Para o consultor automotivo, Francisco Satkunas, o esforço de vendas das montadoras deverá ser grande para sustentar as previsões.
"O mercado ainda não deu sinais consistentes de melhora. Daqui a três meses, se mantivermos esses patamares, poderemos dizer que, sim, chegamos ao fundo do poço e agora poderemos retomar os níveis satisfatórios de vendas", disse Satkunas.
No acumulado, a produção de veículos caiu 24,3%, chegando a 834,05 mil unidades. Em maio, a montagem de veículos caiu 18% no comparativo com o mesmo período de 2015, 175,3 mil unidades.
É o pior resultado para o mês de maio desde 2004.
As exportações continuam em alta no acumulado. De acordo com a Anfavea, foram exportadas 183,25 mil unidades, alta de 21,8%. Mas, por mudança do mix, em valores, as vendas externas acumulam queda de 12,6% no período –US$ 3,9 bilhões.
O nível de emprego também permanece baixo. Em maio, 1.300 postos de trabalho foram fechados. Hoje, há 128 mil trabalhadores nas montadoras, sendo que 27 mil funcionários em licença.
Fonte: Folha Online - 07/06/2016
1717
pessoas já leram essa notícia
Notícias
- 19/01/2026 Planilhas e apps gratuitos para controlar os gastos mensais
- Preço do etanol sobe em 19 estados, aponta ANP
- Caixa começa a pagar Bolsa Família de janeiro nesta segunda-feira
- Defasagem da tabela do Imposto de Renda chega a 157% em 2025, calcula Sindifisco
- Nova regra da CNH derruba preços e faz autoescolas venderem pacotes por cerca de R$ 300
- Agência de turismo não poderá reter taxa de serviço após cancelamento de viagem
- FGC: dos 800 mil credores do Master, 569 mil pedidos de ressarcimento já foram registrados
- Focus: projeção de inflação para 2026 recua a 4,02%; PIB e dólar mantêm estabilidade
- Cuidado com golpes em falsos leilões, telefonemas, mensagens e sites
- O que vale mais a pena: comprar imóvel ou alugar e investir?
- Haddad defende que BC fiscalize fundos em vez da CVM em meio ao caso Master
Perguntas e Respostas
- Quanto tempo o nome fica cadastrado no SPC, SERASA e SCPC?
- A consulta ao SPC, SERASA ou SCPC é gratuita?
- Saiba quais os bens não podem ser penhorados para pagar dívidas
- Após quantos dias de atraso o credor pode inserir o nome do consumidor no SPC ou SERASA?
- Protesto de dívida prescrita é ilegal e dá direito a indenização por danos morais
- Como consultar SPC, SERASA ou SCPC?
- ACORDO - Em caso de acordo, após o pagamento da primeira parcela o credor é obrigado a tirar o nome do devedor dos cadastros de SPC e SERASA ou pode mantê-lo cadastrado até o pagamento da última parcela?
- CHEQUE – Não encontro à pessoa para qual passei um cheque que voltou por falta de fundos. O que posso fazer para pagar este cheque e regularizar minha situação?
- Problemas com dívidas? Dicas para você não entrar em desespero
- PROTESTO - Qual o prazo para o protesto de um cheque, nota promissória ou duplicata? O protesto renova o prazo de prescrição ou de inscrição no SPC e SERASA?
- Cartão de Crédito: Procedimentos em caso de perda, roubo ou clonagem
- O que o consumidor pode fazer quando seu nome continua incluído na SERASA ou no SPC após o pagamento de uma dívida ou depois de 5 anos?
- Posso ser preso por dívidas ?
- SPC e SERASA, como saber se seu nome está inscrito?
- Acordo – Paga a primeira parcela nome deve ser excluído dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)
