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Crédito para de encolher em maio, mas juros e inadimplência sobem
Publicado em 28/06/2016 , por EDUARDO CUCOLO
Pela primeira vez no ano, o Banco Central registrou aumento no estoque de operações de crédito no país, interrompendo uma sequência de quatro recuos consecutivos. Ainda não é possível, no entanto, falar em reação desse indicador econômico.
Em maio, o estoque cresceu 0,1% em relação a abril, para R$ 3,144 trilhões. Na comparação com o PIB (Produto Interno Bruto), o crédito encolheu de 52,6% para 52,4%, a quinta queda consecutiva. Em 12 meses, houve aumento de 2%, percentual bem inferior à inflação de cerca de 9% no período.
As concessões de novos empréstimos avançaram 0,3% na comparação mensal, mas caíram 6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Os números do BC mostraram um melhor desempenho do crédito à pessoa física, que avançou 0,4% no mês e 4,8% em 12 meses. Nas mesmas comparações, o estoque para as empresas recuou 0,1% e 0,5%.

JUROS
A taxa média de juros chegou a 71,7% ao ano no crédito ao consumo. Em maio do ano passado, estava em 57,3% ao ano.
No cheque especial, os juros chegaram a 311% ao ano. O juro dessa modalidade tem batido recordes de alta desde março. No rotativo do cartão de crédito, a taxa subiu para 471% ao ano, também novo recorde.
A inadimplência nas operações ao consumo passou de 5,4% em maio do ano passado para 6,3% em maio deste ano. Para as empresas, no crédito livre, variou de 3,9% para 5,4% no mesmo período.

BNDES
As concessões de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) caíram 27% em relação a abril e 33% na comparação com maio do ano passado. O saldo ficou estável no mês.
O estoque de crédito para compra de veículos seguiu a trajetória de queda vista desde 2014. Em 12 meses, o recuo é de 14%.
No cartão de crédito, o saldo das compras à vista e das operações parceladas com juros cresceu cerca de 3% no mês. O rotativo avançou 0,5%. O estoque de crédito imobiliário avançou 0,7% no mês e 10% em 12 meses.

Em maio, o estoque cresceu 0,1% em relação a abril, para R$ 3,144 trilhões. Na comparação com o PIB (Produto Interno Bruto), o crédito encolheu de 52,6% para 52,4%, a quinta queda consecutiva. Em 12 meses, houve aumento de 2%, percentual bem inferior à inflação de cerca de 9% no período.
As concessões de novos empréstimos avançaram 0,3% na comparação mensal, mas caíram 6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Os números do BC mostraram um melhor desempenho do crédito à pessoa física, que avançou 0,4% no mês e 4,8% em 12 meses. Nas mesmas comparações, o estoque para as empresas recuou 0,1% e 0,5%.
JUROS
A taxa média de juros chegou a 71,7% ao ano no crédito ao consumo. Em maio do ano passado, estava em 57,3% ao ano.
No cheque especial, os juros chegaram a 311% ao ano. O juro dessa modalidade tem batido recordes de alta desde março. No rotativo do cartão de crédito, a taxa subiu para 471% ao ano, também novo recorde.
A inadimplência nas operações ao consumo passou de 5,4% em maio do ano passado para 6,3% em maio deste ano. Para as empresas, no crédito livre, variou de 3,9% para 5,4% no mesmo período.
BNDES
As concessões de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) caíram 27% em relação a abril e 33% na comparação com maio do ano passado. O saldo ficou estável no mês.
O estoque de crédito para compra de veículos seguiu a trajetória de queda vista desde 2014. Em 12 meses, o recuo é de 14%.
No cartão de crédito, o saldo das compras à vista e das operações parceladas com juros cresceu cerca de 3% no mês. O rotativo avançou 0,5%. O estoque de crédito imobiliário avançou 0,7% no mês e 10% em 12 meses.
Fonte: Folha Online - 27/06/2016
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